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História da Lingerie

A moda sempre segue os acontecimentos históricos em todos os sentidos: político, social… De algum jeito, o que acontece no mundo impacta diretamente nosso modo de vestir (isso ficou claro no momento em que estamos vivendo).
Assim como as peças que desfilamos por aí, as lingeries também evoluíram com o passar dos anos e marcaram momentos importantes na vida de todas nós mulheres.
Muito da nossa história também passa pelas roupas, dos tipos de peças aos cortes de cada modelo, e as lingeries não ficam de fora.
Por trás de todo look, existe sempre um propósito e muitas reflexões a serem feitas.
São peças que carregam intimidade, sensualidade e beleza.

O termo lingerie vem do francês, e significa linho. Mas o termo lingerie propriamente dito só começou a ser difundido a partir de 1850.
Pois até então, a palavra só era usada em referência a peças íntimas muito chamativas (como vistas nos cabarés parisienses).
Em 1830, o armário das mulheres era composto basicamente por peças que evidenciassem a silhueta, como os famosos espartilhos e corsets.
Peças essas que nem sempre eram confortáveis, mas faziam parte do vestuário mais romântico da época.
A partir de 1850, as lingeries começaram a tomar mais forma e a serem produzidas com os moldes mais próximos aos que conhecemos hoje.
O corpete para seios por exemplo foi criado em 1889 por Herminie Cadolle.
A inventora francesa decidiu dividir o antigo espartilho em duas partes, feito esse que a fez ser considerada a criadora do sutiã moderno.
A gente agradece Herminie, pois a peça criada por ela foi revolucionária para a época já que contava com duas alças para sustentar os seios, além de se mostrar uma opção mais confortável para nossos corpos.

Já em 1914, a socialite nova-iorquina Mary Polly Jacob criou mais um modelo, aquele que viria a ser chamado de sutiã. Ela patenteou a ideia assim como Herminie, pois dessa vez seu diferencial foi ter criado um modelo feito com duas fitas e dois lenços para dar sustentação aos seios. Seu modelo de sutiã foi feito especialmente para ser usado com os vestidos de festa da época.

A Belle Epoque chegou (1920) para popularizar as roupas íntimas femininas em de vez. As peças começaram a ser produzidas em fabricas e em larga escala.
Os tecidos e shapes mais leves começaram a ganhar espaço, tirando um pouco de cena todo aquele desconforto que estávamos acostumados antes.
Em 1925, uma peça chegou e chamou atenção, fazendo sucesso na moda íntima do período: as camiknickers; camisolas curtas costuradas junto com a calcinha, que se tornaram populares. Elas eram usadas por baixo de vestidos casuais ou de festas.
Já nos anos 1930, junto com o surgimento das Teddy veio também o ar mais provocativo que as lingeries despertavam. A peça era um tipo de cueca boxer usada por homens, só que mais curta, a peça fazia parte dos pijamas mais sensuais e provocativos daquela época.
Falando do lado mais sensual, esse sentimento só começou a se popularizar de fato com o aparecimento das pin ups nos anos 1950. Sutiãs, calcinhas e cintas-liga de renda eram os símbolos desse ar mais sexy feminino.
O que para época era algo super ousado, já que o mood romântico era o que ditava a moda.

Foi a partir dos anos 1960, que houve uma expansão e um leque mais amplo de possibilidades para as várias formas de utilização das roupas de baixo surgiu.
Os sutiãs, por si só revolucionários, começaram a ganhar outros formatos, trazendo assim, mais opções de escolha. Vieram os vários tipos de alça, de bojo, peças apenas de rendas ou tecidos leves.

Avançando para as décadas seguintes, algumas celebridades eternizaram peças do chamado underwear, seja por seus estilos mais provocativos ou por serem contrários às ideias existentes no imaginário popular. Dois exemplos clássicos são os bodysuits usados pela diva Cher e o icônico corset com sutiã de cone na cor rosa claro criado por Jean Paul Gautier usado por Madonna, que elevaram o status dessa cate.
Nos anos 1990, as lingeries já eram parte do vestuário feminino com muito mais opções de tamanhos, materiais e uma enorme diversidade de modelos. A variedade de sutiãs, calcinhas, camisolas, dentre outros já era encontrada facilmente no mercado.

Se lá no início, os looks não eram exatamente o que a gente poderia chamar de confortável, hoje eles definitivamente esbanjam bem-estar, trazendo aquela dose de beleza nos mínimos detalhes. E o resultado disso foram lingeries que acabaram virando nossas melhores amigas e companheiras do dia a dia, para celebrarmos a sua imagem e brindar seu protagonismo.
Seguindo a tendência, as peças underwear da temporada receberam o lilás, com a renda ganhando contornos ainda mais delicados, mostrando que nunca deixam a desejar.
As roupas de baixo merecem toda a nossa atenção, com a tecnologia na hora de produzir, deixando as peças extremamente ricas em detalhes fazendo com que elas chamem atenção por si só.
Por isso, elas alcançaram um outro nível e agora não ficam só por baixo nos looks. As roupas com transparência são as melhores amigas para evidenciarem a beleza, adicionando um toque de sensualidade e elegância.

Mas nem sempre foi assim.
As primeiras não eram nada confortáveis e serviam como uma forma de fazer com que a mulher se encaixasse nos padrões da época. Mas a boa notícia é que a sociedade está mudando e hoje elas andam lado a lado com o seu protagonismo e deixando a escolha com a gente.

Então fique à vontade para investir em peças que te deixem confortável e bem com você mesma.

Não é porque nem sempre elas estão visíveis, que precisam ser chatas.

Experimente seu lado sensual, brinque com o seu reflexo e flerte com o espelho.

Lingeries são partes importantes do seu look, por isso faça delas suas aliadas, levando em conta seu mood, espalhando beleza aonde for, e mesmo que seja só para você, afinal de contas, renda-se, você não precisa mais do que isso!

Beatriz Casal

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